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Vem na Minha Festa
Nossa história

Tudo começou com
uma festa de três anos

Este site não nasceu de uma reunião nem de uma planilha de mercado. Nasceu de um pedido feito em casa, no meio dos preparativos de um aniversário.

Ilustração de uma mãe lendo um livro com o filho pequeno de chapeuzinho de festa no colo, com a legenda “Tudo começou com um desejo de amor”

Tudo começou quando o nosso pequeno estava prestes a completar três anos. Quem é pai ou mãe sabe: organizar uma festa infantil é misturar ansiedade com um amor que transborda no peito. E três anos é uma idade engraçada — a criança ainda não escolhe os amigos, mas já tem os seus. São os coleguinhas da escolinha, os primos, os filhos dos nossos amigos. Gente pequena que chega de mãos dadas com gente grande.

No meio dos preparativos, minha esposa me olhou com aquele brilho no olhar e disse:

“Precisamos de um jeito mais simples de convidar todo mundo. Algo gratuito, bonito, fácil de usar e, acima de tudo, seguro para proteger as informações das crianças.”

Parece um pedido pequeno. Não é. Passamos dias procurando. O que existia era caro, complicado, cheio de cadastro para o convidado fazer, ou pedia o cartão de crédito antes mesmo de deixar você ver como o convite ficaria.

Ilustração do casal com o filho na mesa da cozinha, olhando um convite num tablet, com a legenda “Um sonho de mãe e o amor de um pai, engenheiro de coração”

Foi numa dessas noites, nós três à mesa da cozinha, que ela parou no meio da busca e falou a frase que virou este site:

“Eu não quero pôr o endereço da casa do nosso filho, com o dia e a hora que ele vai estar lá, numa página que qualquer um acha no Google.”

Ela estava certa. Um convite de festa infantil é, quando você olha de perto, uma ficha completa: o nome de uma criança, a idade, o dia, o horário e o lugar exato onde ela vai estar. Todo mundo publica isso sem pensar duas vezes. Ninguém deveria.

O que ela pediu

A lista dela era curta e não abria mão de nada:

  • Simples. Montar em cinco minutos, no celular, com uma criança puxando a sua perna.
  • Gratuito. Ninguém deveria pagar para convidar os amigos do próprio filho.
  • Intuitivo. Sem manual, sem tutorial, sem “onde fica aquele botão”.
  • Inteligente. Que contasse os convidados sozinho, que somasse os acompanhantes, que lembrasse das alergias.
  • Seguro. E este não era um item da lista. Era a lista.
Ilustração do pai programando de madrugada, com telas de código, um fluxograma no quadro branco e o desenho do filho na mesa, com a legenda “Transformado em código e cuidado para criar o site perfeito”

De pedido a código

Tenho quase 30 anos de estrada como engenheiro de software. Já entreguei sistemas complexos para empresas grandes, e nenhum projeto me tocou como aquele. Não era sobre linhas de código nem sobre servidores: era sobre transformar o carinho da minha esposa e o sorriso do nosso filho na melhor experiência possível para outras famílias.

Passei noites digitando comandos com um sorriso no rosto, pensando em cada detalhe. O vemnaminhafesta.com.br nasceu assim — da união entre a sensibilidade de uma mãe que queria reunir quem ama e a dedicação de um pai programador determinado a criar uma plataforma intuitiva, inteligente e segura de verdade.

Por que a segurança virou o centro de tudo

A decisão mais importante deste site é uma que quase ninguém percebe: a página do convite não mostra o endereço. Ela mostra o bairro e a cidade — o suficiente para alguém saber se consegue chegar — e guarda o resto.

O endereço com número, o complemento, o telefone e o e-mail da família só aparecem depois que a pessoa confirma presença. Se a família preferir, só depois de ela aprovar cada convidado, um por um, ou de digitar um código que foi junto com o convite. E a página inteira nasce fora do Google: quem tem o link entra, quem pesquisa o nome da criança não encontra.

Isso custou trabalho. Cada tela, cada e-mail, cada arquivo de calendário teve que ser feito duas vezes: uma versão para quem já pode ver e outra para quem ainda não pode. Valeu cada linha. O que não é enviado não pode ser lido.

O que a gente construiu

O convite ficou bonito — dá para escolher um modelo, usar um fundo seu e arrastar cada texto com o dedo até o lugar exato. As confirmações chegam no painel na hora, com o total de pessoas, quantas crianças e os recados sobre alergias, que ficam do lado do nome de cada convidado, onde você vai lembrar de olhar.

E tem a lista de presentes, com sugestões pela idade da criança e dentro do teto que a família definir — porque ninguém quer que um convidado gaste o que não pode, nem receber a quinta cozinha de brinquedo.

Ilustração de uma festa infantil no quintal, com bandeirinhas, balões, bolo, crianças correndo e famílias comemorando, com a legenda “O resultado? Celebrações cheias de alegria e segurança”

A festa aconteceu

Aconteceu. Com o número certo de lugares na mesa, o bolo do tamanho certo e ninguém batendo na porta errada. A mãe que teve a ideia passou a festa inteira brincando com o filho, em vez de conferir mensagens no celular tentando adivinhar quem viria.

Hoje o nosso maior orgulho não é a tecnologia em si. É ver que este cantinho digital virou ponte para abraços, encontros e comemorações inesquecíveis. Porque toda grande festa começa com um convite feito com o coração.

Sejam muito bem-vindos à nossa casa. Vamos celebrar juntos?

Vamos organizar a sua?

É de graça, leva cinco minutos e o endereço do seu filho fica protegido.

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Quem desenvolve

O Vem na Minha Festa é desenvolvido e mantido pela PG Tecnologia da Informação LTDA, CNPJ 44.297.366/0001-40 — pginfotec.io.

Fala com a gente: contato@pginfotec.io

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